‘os sórdidos hipsters da América’

“Não havia música, apenas dança. O lugar lotou inteiramente. As pessoas começaram a trazer garrafas. Caíamos fora pra curtir os bares e voltávamos voando. A noite se tornava mais e mais desvairada. Desejava que Dean e Carlo estivessem ali – aí percebi que estariam deslocados e infelizes. Eles eram exatamente como o homem melancólico da pedra que geme na masmorra, erguendo-se dos subterrâneos, os sórdidos hipsters da América, uma inovadora geração beat, com a qual eu estava me ligando lentamente.”

ENTÃO, segundo Kerouac (página 57 do ‘On The Road’), o hipster tá mais pra irmã do Doug Funnie do que pra fã de Neon Indian.


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