“Como se fosse um labirinto” de Ronaldo Correia de Brito

Isso aqui anda meio parado ultimamente – mais por causa do ritmo frenético de trabalho do que pela falta de conteúdo – mas uma vez algum sujeito me disse em algum lugar pra eu sempre dedicar um mínimo do meu tempo a projetos pessoais.

Acho que o mais importante é celebrar a descoberta dessa nova cidade (que é quase nova todo dia) que é São Paulo. Fica aqui um trecho do texto do Ronaldo Correia de Brito publicado na revista Efêmero Concreto #2:

De nada valera os esforços de tornar impermeáveis as fronteiras, elas se moviam como dunas no deserto. Sim, gostava de vigas crescendo em edifícios, mas desgostava–se quando exorbitavam em fortalezas, impedindo o livre trânsito dos homens. Sua gente não devia esquecer as lições dos guetos, jamais levantar novos muros contra a inércia natural do mundo, a lei que garante que na ausência de forças um corpo em repouso continua em repouso, e um corpo em movimento continua em movimento.

A foto é de Buenos Aires, não é de São Paulo, mas é daqui.

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