“trocadilho entre troca, tocador e Creative Commons (CC).”

Faz mais de ano e meio que tô num grupo de gente que leva música mais a sério do que o limite saudável. Um tipo de gente que escuta conversa de DJ amador na balada não usual de uma quinta-feira e descobre desde coletâneas de trilha sonora de pornochanchada dos anos 80 a melodias originais (e gringas!) de clássicos da MPB. Ou que “só” passa o dia pulando por links de blogs gringos sobre música. Esse é o Troccador, “trocadilho entre troca, tocador e Creative Commons (CC)”.

Ou de quem passa num sebo de vinil só pra achar aquele LP do Damião Experiença, o Planeta Lamma (se você não clicou é porque sabe do que eu tô falando.)

Quando o grupo começou tive a ideia inocente de organizar playlists no youtube por ordem cronológica, da primeira postagem à última.

Quando cheguei na 8ª percebi que isso seria humanamente impossível (cada playlist do youtube comporta até 200 vídeos, e a velocidade dessa catalogação NUNCA superaria a velocidade da inteligência coletiva – marota! – na urgência das pessoas em postarem suas músicas favoritas).

Parei, e percebi que a gente tinha MUITA gente, em todo canto do mundo e do país (Colômbia, Brasília, Irlanda, Inglaterra, Itália…) e com conhecimento musical profundo. Tínhamos inclusive músicos, DJs e jornalistas da “mídia especializada”.

Vieram umas ideias de fazer um blog, criar conteúdo a partir do que é postado no grupo, blá blá blá. Acima de tudo, não pode (e não vai!) virar um negócio chato, diversão acima de tudo. Se tu conhece música o suficiente, sabe que a ambição à fama/dinheiro é inversamente proporcional à qualidade da produção, ou tô errado?

Dali se encontra de tudo: samba, cumbia, indie rock, dubstep, moda de viola, e outras obscuridades tipo “a banda de baile do segurança do BESC de Corupá-SC”. Variedade musical. Disse eu uma vez que a música é um vetor cultural-antropológico, que não sei se é verdade, mas acho que ajuda bastante a entender um tempo, um grupo, um movimento de mundo.

Uma vez um amigo do grupo se dispôs genialmente e voluntariamente a montar um app que tocava as músicas do grupo da mais recente pra mais antiga, como uma rádio. Funcionou um tempo, até começarem os bugs e a gente desativar. Mas a ideia era boa. (RIP).

Na verdade essa tagarelice  história toda foi só pra intercalar essas playlists com um sneak preview e você nem precisava ter lido tudo  do que tem no grupo, e pra anunciar que eu e o Igor (mais um dos troccadores) fizemos uma mixtape pro grupo. A primeira, com o que a gente tem de melhor. Como o Mixcloud tá de birra com o WordPress e não tá rolando embed, vai ter que clicar ali na imagem pra rolar. Obrigado e volte sempre😉

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