pesquisa randômica

Pesquisando sobre SEO, web semântica e ontologias, tenho percebido que há um esforço por parte das empresas de internet em otimizar os mecanismos de pesquisa.

Essa otimização é fascinante, daqui a pouco você pergunta no Google “onde rola a feijoada do Pedrão” e cai direto no Google Maps com um link pro evento no facebook.

Mas e aí vem outra coisa:

Quando você responde uma pergunta direta e objetivamente você não está se robotizando, ou ainda, encurtando os caminhos do conhecimento?

Não é a mesma coisa que alguém te pergunta, só pra quebrar o gelo: “Você vem sempre aqui?” e você responde que sim e vai embora?

Às vezes a coisa mais legal de fazer uma pesquisa no Google é justamente encontrar resultados aleatórios e se perder em hiperlinks que você nunca imaginaria conhecer. Essa é a premissa do aprendizado na Wikipedia, por exemplo.

A ironia humana é que vai nos salvar ainda. Isso um computador não entende.

Anúncios

‘do you google me?’

A vaidade é um dos sete pecados capitais, e é evidente que hoje praticamente tudo o que consumimos (e a vida É para consumir, sem dúvida) é feito para a consumação de algum pecado.

A pergunta é: “Como não ser narcisista na internet?”

É com essa pergunta que Benjamin Rassat começa seu documentário, ‘I Am The Media’

O cara faz uma relação ótima do mito de narciso (que o McLuhan já usou também) com as mídias recentes e a internet, principalmente.

Trabalha com essa questão ‘como a internet afeta o ego das pessoas’, além de comentar sobre a expressão das subjetvidades humanas, ou seja, o quão bizarros podemos ser socialmente co-habitando um ambiente com o mínimo de parâmetros sociais.

Infelizmente não rola embed pro filme, então o jeito é clicar aqui pra ver em streaming direto no site.

Dica do Mini lá no twitter.