carruagem do tempo (goethe)

“Criança, criança! Basta! Como fustigados por espíritos invisíveis, os cavalos
solares do tempo arrebatam consigo o carro leve do nosso destino, e nada
mais nos resta senão segurar firme as rédeas, com toda nossa bravura, todo
o nosso sangue-frio, e desviar as rodas ora para a direita, ora para a esquerda,
aqui de uma pedra, ali de um precipício. Para onde vamos…quem o sabe? Mal
nos lembramos de onde viemos.”

Goethe, Memórias, “Poesia e Verdade”.

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